Tailândia

Na mistura entre a balburdia contagiante de Bancoc e a calmaria do amanhecer em uma de suas centenas ilhas tropicais, no intervalo entre um mantra budista entoado simultaneamente por dezenas de monges e a buzina de um tuc-tuc costurando no trânsito. Os encontros com a Tailândia se dão no espaço-tempo de uma mordida numa inédita comida de rua e de uma fotografia de um macaco curioso. Num passeio de barco por mercados flutuantes ou na aura de um entardecer nas montanhas. Se é que há uma verdadeira Tailândia ela está na diversidade de possíveis países que o viajante encontra dentro de um só. O olhar de um elefante ou o sorriso de uma criança trazem a essência semelhante à de uma flor de lótus ou de uma vela acessa em um templo onde o turista é só mais um a sentir aquela energia. Indiscutíveis mesmo, só a gentileza do povo, a facilidade em ser turista e a potência do tempero local. De resto, a Tailândia está por toda parte, ao gosto de cada um.